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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Hepatite C: a importância do acompanhamento psicológico

Aspectos Relevantes no Tratamento Medicamentoso da Hepatite C Relacionados a Transtornos Mentais


Autores: Geísa Marie Bernardino Felicíssimo e Júlia Petrocchi - Acadêmicas do 8° período de Medina da Faculdade de Medicina da UFMG


A hepatite C é uma das principais causas de doenças hepáticas crônicas no mundo e atinge principalmente uma população jovem, entre 30 e 40 anos de idade.

A medicação utilizada - interferon alfa (ou interferon alfa peguilado) e ribavirina - tem sido associada a sintomas psicológicos e transtornos mentais, que podem ter um impacto negativo sobre o curso da doença e levar à interrupção do tratamento. Depressão, ideação suicida e transtorno de estresse pós-traumático são alguns dos problemas relatados durante o uso das drogas recomendadas. Assim, psicólogos e psiquiatras têm sido solicitados a avaliar estes pacientes antes do início e durante o tratamento, para monitorar sintomas psicológicos e intervir quando necessário.



O estreito contato com o sistema de saúde, necessário para diagnóstico e tratamento do problema, os custos, as mudanças no estilo de vida, a preocupação com a evolução da doença e com o futuro, têm importante impacto sobre a vida destes pacientes. Além disso, os efeitos colaterais da medicação atualmente utilizada no tratamento da hepatite C pode reduzir de forma significativa a qualidade de vida.

A presença de sintomas psicológicos concomitantes ao tratamento, muitas vezes em número suficiente para a realização do diagnóstico de um transtorno mental, pode ter um impacto negativo sobre o curso da doença, prejudicando a adesão, exacerbando a percepção dos sintomas, reduzindo ainda mais a qualidade de vida e, em alguns casos, levando ao suicídio.

A preocupação com a possibilidade de transtornos mentais e a redução na qualidade de vida associada ao tratamento da hepatite C têm levado profissionais da área médica e equipes interdisciplinares a solicitarem, rotineiramente, uma avaliação psicológica anterior ao tratamento. Entretanto, os conhecimentos atualmente disponíveis nesta área ainda são limitados, tornando necessário realizar pesquisas que possam auxiliar na compreensão e manejo adequados do problema por parte dos psicólogos que atuam na saúde.


TRATAMENTO HEPATITE C


Atualmente, o interferon alfa (IFN alfa) é considerado, isoladamente ou em associação com a ribavirina, a estratégia terapêutica recomendada para a maioria dos pacientes portadores de hepatite C. O tratamento com interferon alfa e ribavirina pode erradicar o vírus em 40% dos pacientes e a combinação do interferon peguilado com ribavirina em 54 a 56% dos pacientes.



Sintomas psicológicos no tratamento com o interferon alfa

Como falado acima, diversos estudos têm indicado que o IFN produz efeitos colaterais graves, embora reversíveis, como depressão, ideação suicida, sintomas de transtorno de estresse pós-traumático e transtorno bipolar.

É interessante notar, entretanto, que nem todos os pacientes tratados com IFN apresentam sintomas psicológicos ou um diagnóstico de transtorno mental associado ao uso da medicação. Pacientes com história de transtorno psiquiátrico, como abuso de substância, parecem ter um risco aumentado para depressão durante o tratamento com IFN, tornando possível pensar que um transtorno mental anterior pode aumentar a vulnerabilidade para depressão com a utilização da medicação. Por outro lado, é possível pensar também que características individuais ou estratégias específicas de enfrentamento podem proteger o paciente.

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO PODEM FAZER A DIFERENÇA


Um estudo realizado para identificar sintomas de depressão e estratégias de enfrentamento, realizado com 30 pacientes com diagnóstico de hepatite C, indicou que aqueles que utilizavam principalmente estratégias como resolução de problemas, reavaliação positiva da situação e busca de suporte social auxiliavam o paciente a enfrentar eventos negativos com menor grau de sofrimento e maior eficiência no tratamento e cura. O contrário se observou naqueles em que a fuga, ou afastamento ou a acomodação/aceitação foi a estratégia de enfrentamento da doença.



Tais considerações nos mostram a importância da abordagem interdisciplinar, com ênfase na psicológica e psiquiátrica para o sucesso no tratamento e para a cura. O paciente deve confiar no tratamento e na equipe, além de aderir a estratégias de enfrentamento comprovadamente eficazes para a cura, baseadas na resolução de problemas, na aceitação do suporte social como a participação ativa em grupos operativos e procurar ter uma reavaliação positiva da situação. Para isso, o paciente deve estar devidamente bem informado sobre sua doença e sobre as boas perspectivas de cura.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Câncer de Fígado e Hepatite C: há alguma relação?

A hepatite C é causada por um vírus transmitido principalmente pelo sangue contaminado, mas a infecção também pode passar através das vias sexual e vertical (da mãe para filho). O portador do vírus da hepatite VHC pode desenvolver uma forma crônica da doença que leva a lesões no fígado (cirrose) e câncer hepático.
No Brasil, há cerca de 3 milhões de pessoas infectadas pelo vírus da hepatite C. Não há vacina contra a doença

Pesquisadores descobriram uma variante genética ligada à ocorrência de câncer de fígado em portadores do vírus da hepatite C. De acordo com o estudo, feito pelos médicos do Riken Center for Genomic Medicine, do Hiroshima University Hospital e do Sapporo-Kosei General Hospital, no Japão, essa variante pode aumentar em 70% a incidência de câncer de fígado em portadores da hepatite C crônica.



O tipo mais comum de câncer de fígado é o carcinoma hepatocelular (HCC).  Este é a terceira principal causa de morte relacionada a tumores e a sétima forma mais comum de câncer de mama. O Vírus da hepatite C (HVC) é o principal fator de risco para HCC principalmente em países ocidentais e no Japão, onde mais de 30 mil mortes ocorrem a cada ano por carcinoma hepatocelular.
Para identificar a ligação entre o HVC E HCC, os pesquisadores realizaram um exame completo em um grupo de 3.312 japoneses acometidos pelo vírus da Hepatite C. Eles foram divididos em dois grupos: no primeiro estavam os portadores de HVC com HCC. No segundo grupo ficaram os portadores de HCV sem HCC. De fato, o grupo descobriu um SNP associado ao risco de HCC, localizado em um gene chamado DEPDC5. A associação foi confirmada em um estudo de replicação independente feito em uma população de 2.335 portadores de HVC, 710 dos quais com HCC e 1625 sem HCC.
Os pesquisadores ainda fizeram outra descoberta, quando dividiram os resultados por sexo, idade e contagem de plaquetas. Segundo eles, em japoneses com infecção HVC crônica, os SNPs DEPDC5 praticamente dobram as chances de desenvolver HCC.
Entretanto, a descoberta dos SNPs DEPDC5 é muito valiosa para as pretensões de pesquisadores de todo o mundo, pois promete progressos na batalha em curso para superar um dos cânceres mais mortais do mundo.

Referências Bibliográficas:

domingo, 8 de dezembro de 2013

Hepatite C

Autor: Yala Gramigna Giampietro e Lucas Athadeu  - Acadêmicos de Medicina pela Faculdade de Medicina da UFMG

A hepatite C é uma doença que geralmente não apresenta sintomas e por essa razão é diagnosticada muito tardiamente, o que a torna muito grave. É preciso que a população conheça a hepatite C, sua causa, possíveis sintomas, tratamento e como se proteger, para assim evitarmos a transmissão e quando ela já ocorreu, diagnosticarmos a doença cedo.
Antes de mais nada, é preciso enfatizar que a hepatite C é uma doença que tem cura, e quanto antes começar o tratamento, maiores são as chances de conseguir a cura.


Hepatites são inflamações do fígado, no caso da hepatite C, a inflamação é causada pelo vírus da hepatite C (HCV).
O vírus faz parte da famílida Flaviviridae, apresenta genoma de RNA simples de sentido positivo (o que quer dizer que seu RNA é usado como mRNA diretamente na síntese protéica), ele apresenta vários genótipos (variações) sendo que as mais importantes estão divididas de 1 a 6, e estes genótipos estão subdivididos em mais de 50 subtipos. Esta divisão é importante pois cada subtipo apresenta características próprias de agressividade e resposta ao tratamento. Esse vírus apresenta preferência (tropismo) em infectar hepatócitos (principais células do fígado). Os danos da hepatite são causados tanto pelo vírus quanto pela ação do nosso sistema de defesa tentando combater esse vírus.



Esse é o fígado, principal órgão atingido pela  Hepatite C. Ele se localiza do lado direito do abdome, parcialmente encoberto pelas últimas costelas. Ele é um órgão imprescindível à vida, e dentre suas muitas funções estão: produção de bile, síntese de colesterol, conversão de amônia em uréia, desintoxicação do organismo, síntese de fatores de coagulação etc.
 Ele é um órgão que não apresenta inervação internamente, por isso não sentimos dor no fígado. Há inervação somente em sua capa externa fibrosa, onde é possível sentir dores  fortes, o que é relativamente incomum.
   As causas mais comuns de transmissão do vírus são:
 -Transfusão sanguínea (principalmente antes de 1993, quando não havia triagem nos bancos de sangue);
- Transplante de órgãos;
-Procedimentos cirúrgicos e odontológicos realizados sem os devidos cuidados;
- Hemodiálise;
-Compartilhamento de material para uso de drogas(seringas, agulhas, cachimbos, entre outros);
-Compartilhamento de material para uso pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam);
-Confecção de tatuagens;
-Colocação de piercings;
-Transmissão vertical (de mãe infectada para filho durante a gravidez – é um modo de transmissão raro);
-Sexo sem camisinha com pessoa infectada (essa forma de transmissão é muito rara, principalmente entra casais heterossexuais, por isso a hepatite C não é considerada uma doença sexualmente transmissível).

Para evitar a doença: Basta não compartilhar com outras pessoas nada que tenha entrado em contato com sangue (seringas, agulhas e objetos cortantes),tomar cuidado ao fazer tatuagens e piercings, sempre verificando se o local é limpo e se os materias são descartáveis, é também muito importante que as mulheres levem seu próprio material para a manicure, inclusive seus próprios esmaltes, pois o vírus pode ser transmitido por ele!

Sintomas: Seu surgimento é muito raro, entretanto os que mais aparecem são cansaço, tontura, enjôos e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Por ser uma doença que na maioria das vezes se apresenta sem sintomas, é preciso realizar o teste para a hepatite C ao menos uma vez ao ano (ou quando a pessoa se expôs a qualquer tipo de risco).

Populações de risco acrescido para a infecção pelo vírus da hepatite C: Indivíduos que abusam do álcool, fazem uso de drogas,  não tem acesso à informação, não fazem o uso de preservativos durante as relações sexuais, portadores de doenças sexualmente transmissíveis (constitui-se importante facilitador de transmissão da doença),indivíduos que receberam transfusões sanguíneas antes de 1993 e indivíduos com tatuagens, piercings ou outras formas de exposição percutânea.

Prognóstico da doença: Dos portadores de hepatite C, 20% conseguem a cura; 80% irão evoluir para hepatite crônica, onde 40% evoluem para doenças progressivas como cirrose e hepatocarcinoma e 35% evoluem para doença não-progressiva.
Cirrose é a substituição de tecido hepático por tecido fibroso (sem função), é um processo sem volta, há alteração progressiva da anatomia e função do fígado.
Hepatocarcinoma é um tumor de fígado altamente maligno, de evolução muito rápida.

Diagnóstico da doença: O diagnóstico de hepatite C é relativamente simples quando comparado com outras hepatites. É realizado teste sorológico anti-HCV (para detectar a presença de anticorpos contra o vírus da hepatite C), se o teste apresentar resultado positivo é realizado outro exame, de biologia molecular HCV-RNA, para detectar a presença de RNA viral.
A partir do resultado dos exames de diagnóstico e de outros exames complementares como biópsia hepática, o médico poderá dar prosseguimento ao tratamento da doença, que hoje é totalmente pago pelo Governo para pacientes que se encaixam em normas pré-definidas.

Tratamento:
Pode ser feito com Interferon e Ribavirina, que são os medicamentos da primeira geração. Existem novos medicamentos, que estão chegando ao Brasil agora, são eles: Boceprevir e Telaprevir.
O medicamento a ser usado depende da história da doença do individuo, se há outras doenças, como HIV e/ou hepatite B,  e depende também do estado físico de cada um, já que os tratamentos apresentam fortes efeitos colaterais.

É sempre bom lembrar: Uma pessoa que já tem outras hepatites, como A ou B pode ser contaminar normalmente com a hepatite C, e a presença de outra doença sexualmente transmissível (como a AIDS) facilita a transmissão sexual da hepatite C.
A hepatite C não é transmitida através do leite materno, espirro, tosse, abraço, uso conjunto de pratos, copos, talheres ou outras formas de contato social, além de comida e bebida.
O quadro clínico do doença: Apresenta-se assutador. De acordo com a Organização mundial de Saúde, 1/3 da população mundial é portador crônico da hepatite C. É possível que a cada ano surjam de 3 a 4 milhões de novos casos no planeta. No Brasil, 1,38% da população está infectada, por isso o cuidado e os exames periódicos são muito importantes.
A hepatite C é hoje a principal causa de transplantes hepáticos no mundo.

Vacina:
Não existe vacina contra o vírus da hepatite C.
Por fim, é preciso ressaltar o respeito com que o portador de hepatite C merece ser tratado. Assim como ele se infectou, qualquer um também pode. Ninguém está livre do risco dessa doença, por isso é preciso tamanho cuidado para evitar a transmissão.
Em caso de dúvidas, nunca excite em procurar um médico e pedir exame para hepatite C, que é feito gratuitamente pelo SUS.





Hepatites Virais e Gravidez

Autor: Júlia Petrocchi e Geísa Felicíssimo - Acadêmicas de Medicina 
pela Faculdade de Medicina da UFMG

** As informações deste texto são apenas informativas.
A melhor pessoa para orientá-lo é o seu médico **

A gestação é um período que exige acentuado cuidado no manejo das doenças infecto-contagiosas, incluindo as hepatites virais. Nesse contexto, merecem destaque as hepatites B e C, não só pela maior prevalência em gestantes em função de seu aspecto crônico, mas também porque medidas importantes no decurso do ciclo gravídico-puerperal devem ser instituídas em cada situação.
Tanto a hepatite B quanto a C podem ser transmitidas durante a gestação em 3 momentos principais: durante a gestação propriamente dita,  por passagem dos vírus através da placenta, no momento do parto e no contato íntimo posterior. Existem, contudo, medidas eficientes para minimizar os riscos de infecção em cada um desses períodos.



Hepatite B
Em relação à hepatite B, as medidas de prevenção da transmissão vertical e no período neonatal são altamente eficazes e adquirem extrema importância porque os índices de cronicidade são tão maiores quanto mais cedo é adquirida a infecção. A primeira medida é a identificação das pacientes infectadas, o que, no Brasil é feito através de exame de triagem sorológica solicitado para todas as gestantes na primeira consulta pré-natal. Se a gestante é classificada como susceptível, é recomendada vacinação imediata no esquema vacinal tradicional, sem riscos para gestante e para o feto.
O maior índice de transmissão vertical, porém, é durante o parto, por meio de contato com sangue, líquido amniótico, secreções maternas. Todavia, ainda não existem evidências de maior segurança no parto cesáreo. Recomenda-se, então, a vacinação precoce (até 12h após o parto) de todos os recém-nascidos. Para aqueles infantes nascidos de mãe infectadas ou que não realizaram exames durante período pré-gestacional, recomenda-se administração de imunoglobulina humana hiperimune (IGHAHB). O uso das duas técnicas de imunização até 24 horas após o parto mostrou reduzir a infecção vertical entre 85 a 95%.
No período pós-natal, é fundamental evitar o contato direto do infante com secreções da mãe. Exceção importante se faz ao leite materno, pois, embora estudos tenham que contenha vírus, os riscos de transmissão através do aleitamento se mostraram insignificantes, sobretudo se realizada a imunização após o parto. Assim, a amamentação não é apenas permitida para as portadoras de hepatite B como recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).



Hepatite C

A transmissão vertical da hepatite C ocorre, de acordo com estudos, em cerca de 6% dos casos, tanto na infecção crônica (de 2 a 3%) quanto na infecção aguda no terceiro trimestre, sendo que gestantes co-infectadas pelo vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV) apresentam taxa mais elevadas. A taxa de infecção é diretamente influenciada pela carga viral materna.
No Brasil, a sorologia para hepatite C não é exame de rotina do pré-natal, sendo feita apenas em pacientes de risco (usarias e/ou parceiras de usuários de drogas por via endovenosa).
Estudos estimam que um terço das infecções verticais são intra-uterinas, concluindo-se que a maior parte das infecções são no momento do parto, o que motiva grande discussão a respeito de qual parto mais seguro. Os estudos atuais não chegaram a um consenso para pacientes portadoras exclusivamente de hepatite C: alguns afirmam maiores índices de infecção no parto vaginal, outros encontram maior segurança de cesárea sem bolsa rota, etc. Parece ser consenso, contudo, que a cesárea reduz 4 a 5 vezes a infecção em gestantes co-infectadas com HCV/HIV, justificando a indicação de cesarianas eletivas para essas pacientes.
No período pós-natal, a maior preocupação é em relação à amamentação. Da mesma forma que na hepatite B, já foi demonstrada a presença de vírus em amostras de leite materno. Não foi comprovada, porém, a transmissão por essa via, de forma que a amamentação é recomendada. As gestantes devem, porém, ser alertadas quanto ao risco teórico de infecção e orientadas em relação à prevenção de fissuras mamilares.
Restam, assim, muitas dúvidas em relação a via de parto preferencial, na manutenção ou proscrição da amamentação, aos valores de corte de carga viral e a exata relação desses fatores com a transmissão vertical.

A gestação não favorece o aparecimento da infecção e não muda o curso da doença em pacientes previamente hígidas. A grande maioria dos estudos não correlaciona hepatites viras a efeitos teratogênicos, isto é, a malformação fetal.
Em síntese, o diagnóstico pré-natal precoce da infecção é de extrema importância e, a partir desse momento, é fundamental o acompanhamento cuidadoso com hepatologista e ginecologista/obstetra, de forma a conduzir a gestação da melhor maneira para a gestante e para o feto.


Referências:
1)      Hepatite B e gestação: aspectos clínicos, epidemiológicos e obstétricos
Disponível em:

2)      Hepatite C e gestação
Disponível em:

3)      Hepatite na Gravidez
Disponível em: